Dia Internacional do Blog - 3 Blogues que Recomendo


    Feliz dia internacional do Blogue! :)
   O dia do blogue foi estabelecido de forma informal para o dia 31/08, consta, pois os algarismos formadores da data se assemelham com as letras constituintes da palavra Blog.
   Tradicionalmente, durante este dia, todos os bloguistas (sim, é mesmo assim que se diz em português!) deverão referir no seu site os 3 blogues mais interessantes que conheçam. Pois bem, é essa tradição que, hoje, venho aqui cumprir! :)
    Visitem, e espero que gostem da minha seleção!
    Prontos? ♥
 
 
 
 
 




 
B♥

Finais Felizes... Será?!


    Filmes... mas que grande piada.
    Não; acho tanta graça. Uma data de ignorantes a lutar pelo seu (já esperado) "final feliz". Uma hora e meia de filme... para quê?! Para, no fim, descobrirmos o (já habitual) "feliz para sempre" dos protagonistas?! Mas (para minha grande tristeza)... os totós humanos que habitam este mundo, continuam a vê-los. Agarrados ao peluche que têm desde infância, só para tentar não chorar. Deitados no sofá, com a manta que a mamã lhes tinha comprado e, de seguida, posto no enxoval; a tapá-los. A devorar uma das maiores bombas calóricas que conheço - pipocas.
     Mas será que ninguém consegue ver, que está a ser profundamente enganado? Que está a "deitar" o seu próprio dinheiro fora? Que os filmes não têm absolutamente NADA de real?
     Pois... acho que não.
    E, mesmo assim, no meio disto tudo, a principal culpa nem é nossa vossa. Realizadores. Atores. E todos aqueles que fazem os filmes; que se acham super importantes. A principal culpa... é deles.
    E assim, no fim disto tudo, vos peço: não caiam no "esqueminha" deles. Não sejam (sim, vou ter mesmo que usar esta palavra) parvos. Porque, mentalizem-se: os "finais felizes", que vocês tanto gostam; NÃO existem. PAREM de acreditar em "contos de fadas". E acordem para a vida real. Afinal, já não são nenhumas "criancinhas", para achar que tudo o que vos dizem é real. Porque não é. E nunca; nunca vai ser.

Hazel Grace

Texto inspirado na personagem Hazel Grace Lancaster, do livro/filme "A Culpa é das Estrelas". 

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Este é apenas mais um texto da minha autoria, inspirado num dos filmes mais marcantes e realistas destes tempos.
Sem dúvida uma obra fenomenal, que ninguém deveria deixar de assistir...
E então, gostaram do texto? O filme também vos agradou? Contem-me!
E caso precisem de ajuda para alguma coisa, não hesitem em contactar - livrosescritaeafins@gmail.com!


B

Como ter um (bom) Blog - Dicas de Principiante


    Olá de novo! Pois é; depois de uma pequena, e breve, ausência do blog, hoje volto com um  novo poste; bem fresquinho, para vocês que estão aí desse lado :)
    Como já devem saber (clicando aqui e aqui), eu criei este blog no começo do mês que agora decorre (Agosto), com o principal intuito de fazer com que a minha escrita, as minhas ideias e os meus pensamentos chegassem a várias pessoas, no mundo inteiro - e a ti, que estás a ler este poste neste preciso momento! :)
    Por esta altura, o  blog em que agora te encontras já está criado - a aparência, o design e tudo o que é necessário para fazer um bom blog funcionar corretamente já foi bem trabalhado.
    Eu sei que não é nada fácil começar um blog, pelo que hoje trago-vos um MEGA tutorial com quase tudo o que precisas de saber... Basta clicar em "Ler Mais"!!!



1 Mês...

 
 
    1 mês... Já lá vai 1 mês, desde que o blog foi para o ar.
    Parece que foi ontem. Ainda me lembro perfeitamente da algazarra: 'Que nome ponho?'; 'Como se fazem os menus?'; 'Como se editam os postes?'. E aqui está: o resultado final. O "Livros, Escrita & Afins" está pronto.
    No pequeno espaço de 1 mês, aprendi muito. Principalmente, que ajudar as pessoas é uma das melhores coisas que fazemos nesta vida...
    Quando leio um dos vossos comentários; quando abro o E-mail do Blog e vejo uma das vossas mensagens; quando um novo membro se junta ao "meu cantinho"... é sentimento completamente inexplicável.
    Tenho a agradecer ao meu pai, que não deixou, em momento algum, de me apoiar. À minha mãe, que tanto me ajudou. A toda a minha família. Aos meus amigos - vocês têm sempre um lugar especial no meu coração! ♥
    Daniela Nogueira, Bells... agradecimentos especiais para vocês, os meus "anjos da guarda"! Ana Roma... também tens um lugar especial no blog, não me vou esquecer de ti! :)
    Obrigado, principalmente, a todos os meus leitores - é por e para vocês que este "espacinho" existe!
    E para quem não gosta do Blog... más notícias! É que ele vai continuar de pé por muito, muito mais tempo... :)
 
Obrigada a todos, do fundo do meu coração!
B♥

'Tinha de Salvar o Meu Povo'

 
    Era 3 de abril de 1941; segunda guerra mundial.
    Guerra Mundial... ainda hoje me pergunto o seu significado. Passados 73 anos.
    Tantas mortes. Tanto sangue. Choro. Aflição.
    Tinha 15 anos. Tentava, a todo o custo, proteger a minha família dos ataques violentos dos militares. Bombas. Espingardas. Injustiça. 
    O inferno tinha chegado à terra.
    Maldito Hitler... Foi ele que começou tudo isto. A sua sede de poder destrui vidas; países inteiros.
    Nunca me esquecerei daquele dia. Daquele triste dia. Do dia em que liguei a rádio na estação mais popular da altura: Rádio Difusão Portuguesa. Havia começado uma guerra na Polónia, liderada pelo exército Alemão - e por Hitler.
    Não passado muito tempo, a Guerra começou a alastrar-se por outros países. França. Inglaterra. Itália. Ucrânia. Noruega. África.
     E chegou a nós - chegou a mim. À minha própria família.
     Assim, aos 15 anos, via a minha vida completamente destruída. O mundo a desmoronar-se a meus pés.
    E fiquei com a maior responsabilidade que alguma vez alguém pode ter: proteger a sua família da morte. Proteger-se a si próprio da morte.
    E, dessa maneira, entrei para a guerra. Aos 15 invernos...
    Deixei Rudy, um grande amigo meu, a cuidar da minha família. E parti, deixando a promessa que voltaria vivo para os abraçar.
 
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    Os treinos eram duros. Nunca pensei sofrer tanto - e estava apenas nos treinos; nos ensaios.
    Quando chegou o dia de combater a sério, de enfrentar os meus inimigos, receei. Poderia morrer, ali, no campo de batalha. E tinha uma vida fantástica pela frente.
    Até que pensei na minha família; no meu povo; no meu país. Era por eles que estava ali.
    E avancei.
    Durante meses; durante vários anos; a minha vida era apenas feita de medo. Medo de morrer. Medo de tanto sangue. Medo de tantas mortes.
    Cresci na Guerra.
 
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    Finalmente, a guerra tinha acabado. Que Deus me perdoe, mas... benditas Bombas Atómicas.
    Bombas Atómicas... Ora aqui está outra coisa que nunca compreenderei. O cúmulo da contradição. Tantas mais mortes causaram. Mas tantas outras vidas salvaram...
    E, passados 4 anos, voltava a minha casa. Para a minha família. E para a minha vida.
    Mas algo (ainda mais) trágico me esperava...
    Cheguei a casa, pronto a abraçar as mulheres mais importantes da minha vida: a minha mãe, e a minha irmãzinha mais nova.
    - Uhum... Peter... - chamou-me Rudy.
    - Oh, Rudy... Finalmente! Acabou! Tudo acabou!!! - e dei-lhe um forte aperto. - Mas, se não te importas, agora vou ver a minha família.
    - Peter... Não, não vais. Elas... morreram. Foi o Hitler. Com as suas tropas. Elas não resistiram, nem aos ataques, nem à pressão... Desculpa! A culpa foi toda minha!
    Fiquei pasmo. Porquê? Porquê eu; porquê a minha própria família?
    Desde então, tenho sede de vingança. Mas como? Nada trará a minha família de volta...
 
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    E deste, gostaram? Mais um texto meu :)
    Este é sobre a 2ª grande Guerra Mundial, que, infelizmente, tantas vidas levou.
    Deixem a vossa opinião sobre esta história nos comentários, adoro ler o que vocês escrevem para mim
    Beijinhos, B♥

Como é que eu leio? - TAG


    Olá a todos! Caso sejas nova(o) no meu blog (há sempre pessoas novas a chegar :3), eu chamo-me Beatriz e criei este blog há relativamente pouco tempo, em fins de julho (2014). É essencialmente um blog sobre livros, mas aqui poderás encontrar de tudo um pouco! :)
    Bem, passando ao poste propriamente dito...
    Hoje trouxe-vos, pela primeira vez, uma TAG; esta já um pouco conhecida.
    Como o próprio nome indica, é (para variar :p) sobre livros, e sobre os meus próprios hábitos de leitura.
    Prontos?


1. A Aquisição
 

 
    1. Compra sempre você mesmo os seus livros ou tem anjos da guarda? Se tem, quem são?
    Normalmente, sou eu quem compra os meus próprios livros (são mais os meus pais do que eu, mas OK... :p). Mas os meus avós, tios e mais alguns membros da família também me costumam oferecer.

    2. Quanto gasta (em média) em livros por mês?
    Eu não costumo comprar muitos livros, quando ainda tenho outros em casa, por ler. Nessas alturas, 1 livro por mês chega bem... Quando já não tenho mais em casa, compro uns 3 por mês (o que dá uma média de, aproximadamente, 30€).
    P.S.: Mas só compro 'mês sim; mês não; mês não' em ambos os casos!!! :)

    3. Consegue livros emprestados com frequência? Se sim, quem lhe empresta (normalmente)?
    Nunca pedi livros emprestados (a não ser na Biblioteca Municipal); não gosto muito de ler com aquela preocupação de 'não posso estragar', ou 'tenho que ler depressa para entregar'. Portanto, se alguma vez vier a pedir livros emprestados a alguém, será a alguns dos meus amigos ou família.


 
2. O Desfruto
 

    1. Lê (em média) quantos livros por mês?
    Pergunta difícil... Mas, agora que penso nisso...
    Existem certos meses em que, confesso, nem 20 páginas leio; muitas vezes a escola, os T.P.C's e os testes não possibilitam (se bem que há meses em que é mais por outros motivos - ai a preguiça... :p). Mas, geralmente, costumo ler 1/4 ou meio livro por mês (sim, porque os livros que eu gosto mesmo de ler costumam ter umas 500 páginas - ou mais.). Quando leio livros de menos páginas, são uns 2 ou 3 por mês :)

    2. Lê (em média) quantas páginas num dia da semana? E nos fins de semana?
    Na altura em que decorre o  período escolar, costumo ler umas 25 páginas por dia (embora não seja todos os dias); e no fim de semana, leio umas 70 páginas.
    Nas férias, leio (aproximadamente) o triplo, tanto no fim de semana como na própria semana.

3.  O Local do Crime
 
 
 
    1. Consegue ler num local movimentado? (autocarro, filas no banco,...)
    Eu sou daquelas pessoas que, se não houver absoluto (mas mesmo absoluto) silêncio, não me consigo concentrar no que estou a ler; pelo que a resposta é não.

 
    2. Consegue ler num local em movimento? (autocarro, carro, metro,...)
    Aí está uma das coisas de que mais me orgulho ( :p ) - pertenço ao grupo das (poucas) pessoas que não enjoa, não fica com dores de cabeça nem com qualquer outro tipo de problema/dor, enquanto lê num local em movimento :)

 
    3. Prefere ler na mesa, no sofá, no chão ou na cama?
    Para mim, os sítios ideais para ler são deitada no sofá, sentada na cama ou deitada na relva.

 
    4. Qual a hora do dia que prefere para ler?
    Gosto de ler em todas as alturas do dia, mas prefiro o fim da tarde e a noite para me dedicar ao meu hobbie favorito :)

4. Os Impedimentos
 

 
    1. Lê no trabalho? Se sim, qual o emprego que lhe dá essa dádiva de ler na hora de serviço?
    Neste momento, considero a escola o meu emprego. Por isso, apenas leio nas aulas de Português, quando a professora nos pede para o fazer ;)

    3. Já deixou de sair com os seus amigos só para ler aqueles capítulos irresistíveis?
    Já recusei ir passar a tarde a casa de uma amiga, para continuar a ler aqueles capítulos lindos :p

5. As Insanidades
 

 
    1. Já sonhou ou teve pesadelos vivendo a história de um livro? Se sim, qual foi o livro?
    Geralmente, se passar muito tempo no dia a ler um livro, sonho com ele nessa mesma noite. tive pesadelos com o Harry Potter; uma vez sonhei que  eu própria era a Bella do Crepúsculo; e outra sonhei que estava no Colégio de Santa Clara, da coleção de Enid Blyton, As Gémeas.
 
    2. Qual a maior loucura que já fez (ou que faria) para conseguir um livro?
    Já cheguei a andar desesperada, a pedir a toda a gente que me passasse à frente (ok, não foi assim tanto... :p), dinheiro para comprar todos os livros da coleção de Stephenie Meyer, Twilight.
 
    3. Já chorou ao terminar um livro? Foi de felicidade ou de tristeza? Qual foi o livro?
    Ainda (mas só ainda!) não. Mas vou comprar o A Culpa é das Estrelas para fins do próximo ano (sim, porque ainda tenho 13 livros - 700 páginas/cada - para ler em casa!), vamos lá ver... :)

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    E é isto! Espero que tenham gostado desta TAG e que me tenham ficado a conhecer um pouco melhor!
   Identificam-se com alguma das minhas respostas? Gostavam que fizesse mais postes deste género? Contem-me tudo!
    E não se esqueçam - livrosescritaeafins@gmail.com.

    Abraços e até ao próximo poste! B
 

'O papá vai viajar. Mas vai trazer muitos brinquedos para ti'


    E, suavemente, passou a mão pelos seus cabelos; encaracolados, sedosos. Olhou para ela: a sua pequenina. Tão bonita. Tão (ir)responsável. Tão inocente. Ali estava, no aeroporto da cidade, com o pai prestes a embarcar. 
    E ele abraçou-a, com mais força que nunca. As lágrimas, suaves gotas de tristeza, começavam a escorrer pela sua face enrugada e infeliz.
    E a menina logo perguntou:
    - O que se passa, papá? Porque estás a chorar? Eu não gosto de te ver chorar... 
    O homem secou as lágrimas, fez um enorme esforço para parar, e respondeu:
    - Minha linda... O papá vai viajar. Vai para um sítio muito bonito, lá no outro lado do mundo - disse, apontando para a janela mais alta do edifício - E vai trazer muitos brinquedos para ti.
    - Mas... Eu não quero, papá! Eu... Eu quero-te ao pé de mim... mamã, não deixes o papá ir! - suplicou a pequena.
    Mas a mãe nada disse; nada fez. Apenas olhou para o chão - havia de ter sido pisado por muitas outras pessoas, na mesma situação que o seu marido.
    E ele pegou na menina ao colo. Apertou-a contra si, como nunca havia apertado. Deu-lhe um beijo na bochechinha rechonchuda e rosada. E sussurrou ao seu ouvido:
    - O papá vai estar sempre contigo, filhota. Mesmo estando tão longe. E não te preocupes: um dia, eu irei voltar; com sacos cheios de presentes para ti e para a tua mãe. Vou-te dar muitos beijinhos, e talvez volte a viver contigo... Minha pequenina... - e chorou, mais uma vez: já não se conseguia conter.
    Pousou a menina no chão; deu-lhe mais um forte beijo, e partiu rumo ao avião que o levaria para o outro lado do mundo... E para longe da sua filha.

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     Tinham-se passado quatro anos. Quatro duros e tristes anos. Quatros anos em que o pai não pensava noutra coisa: 'como estará a minha menina?'. 'Será que ainda se lembra de mim?'.
     E, finalmente, chegara o dia. O dia em que voltaria a ver a sua pequena. Em que a voltaria a abraçar. Em que a voltaria a beijar. Em que a voltaria a olhar.
    Chegara ao aeroporto. Procurou pela sua família, no meio de toda aquela gente. E, finalmente, avistou-as. A sua mulher; a sua filha - ali estavam, à sua espera, a poucos passos de si.
    Correu pelo meio das pessoas. Gritou de felicidade. Agradeceu a Deus por voltar a ver as suas princesas.
    E apertou a sua pequenina. Tinha crescido: faria, daí a pouco tempo, os seus oito anos. Mas não se esquecera do pai. O seu querido e amado pai.
    Podiam ficar ali para sempre: no paraíso do abraço entre pai e filha. Choraram. E ele deu-lhe brinquedos. Os prometidos brinquedos. Mais brinquedos do que ela já alguma vez tinha visto - cumprira a promessa. Mas a mais importante de todas - tinha voltado. E isso supera todos os brinquedos, todos os jogos, todas as coisas que alguma vez alguém possa ter.
 
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    E aqui está, mais um pequenino texto da minha autoria :)
    Desta vez, dedicado a todos os emigrantes que se viram obrigados a abandonar o seu país por questões financeiras :(
    Se gostaram deste texto, deixem-me a vossa opinião nos comentários, significa muito para mim
    E não deixem de ver o vídeo que se encontra divulgado na página lateral do Blog; sem dúvida uma grande lição de vida que não passa despercebida a ninguém.
    Caso queiram falar comigo, contactem-me através do meu mail - livrosescritaeafins@gmail.com
    Obrigada por gostarem e lerem o meu Blog! B♥
 


'Eu sou quem eu quero ser'

   
 
    Sim, sou diferente.
    Não tenho os mesmos gostos que tu. Não sou tão rica como tu. Não tenho tanta coisa como tu. Não tenho tantos amigos como tu. E não, não sou igual a ti.
    E depois? Qual é o problema?
    Sou feliz. Tenho uma família que me ama, de verdade. E tenho uma longa vida pela frente.
    Confesso que tenho poucos amigos. Mas, ao menos, são aqueles amigos a que se chama de 'verdadeiros'.
    Apoiam-me. Ajudam-me. Fazem-me sorrir. E não me deixam ir abaixo. Muito menos me abandonam.
    Então, deixa-me viver. Deixa-me ser feliz. Eu não pedi a opinião de ninguém. Eu sou quem eu quero ser, eu vivo a minha vida como eu quero - não como tu queres, ou desejas.
    Não escondo. Cometo, e cometi, erros. E aprendi com eles.
    Eu sou uma simples rapariga, em busca da felicidade; em busca da alegria que é viver.
    Não me critiques. Não me tentes deitar abaixo. E, acima de tudo, não percas o teu tempo. Porque não vai resultar. Nada do que tu dizes, ou fazes, vai, ou irá, resultar.
    Porque EU sou feliz. E é isso que importa. É isso que realmente importa.
 
 
Muuuuuitos beijinhos para ti (mas apenas um para quem gosta de mim),
Amanda ♥

 
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    Gostaram deste pequeno texto? É da minha autoria :)
    Foi escrito em homenagem a todas as raparigas (e rapazes, também) que sofrem com as opiniões dos outros. Pois bem, não se deixem ir abaixo. Não vale a pena... :/
    Deem a vossa opinião nos comentários, bem como sugestões, gosto muito de saber o que vocês pensam :)
 
    Até ao próximo poste! B♥ 
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    P.S.: Este texto que acabaram de ler, é um texto de ficção, não tem nada de real (ou talvez tenha...); nem como o nome 'Amanda'. :)

5 Motivos para Ler um Livro


     Depois de uma breve ausência deste meu nosso 'cantinho', hoje volto para vos falar sobre um tema que já devem saber que adoro (saibam mais sobre mim aqui) - livros. Livros, livros e mais livros...! ♥
    Se és daquelas pessoas que até gosta de ler, mas que não tem paciência vontade de o fazer de vez em quando, continua a ler este poste. Mas se gostas de ler e até o fazes diariamente... lê na mesma! :)
    Vamos lá a isso! ♥
 
Motivo #1 - Vocabulário
    Uma das grandes vantagens em ler um livro recai sobre a grande enorme possibilidade de aumentar drasticamente o nosso vocabulário - muitas das palavras que conheço (e entendo) atualmente devem-se a muitos dos livros que li. 
 
Motivo #2 - Ortografia

    Existe melhor maneira de escrever corretamente e sem erros, senão a leitura? Ler é sinónimo de aprender; em todos os aspetos, e a ortografia não é exceção...! Se lermos um livro bem escrito e sem erros, com certeza que também nós passaremos a escrever melhor.
 
Motivo #3 - Imaginação
 
    Ler estimula, igualmente, a imaginação. Se quiseres escrever bons textos - ou, até, um livro de sucesso - ler é o segredo.
Motivo #4 - Distração

    Quando lemos um livro, como que 'entramos' num outro mundo - o mundo do autor; o mundo das personagens; o mundo do próprio livro - acabando por esquecer, por alguns instantes, a nossa própria vida - o nosso próprio mundo, os nossos próprios problemas. Diminuindo, assim, o stress.

 
Motivo #5 - Concentração

    A concentração é, também, um dos motivos por que leio; praticamente, todos os dias. Está provado que ler estimula a concentração, por isso, toca a pegar (e a ler) num livro! :)

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    E pronto, é por todos estes motivos que gosto tanto de ler! Vão passar a ler mais frequentemente? Pensam o mesmo? Para vocês, quais são os motivos mais importantes? Contem-me tudo através dos comentários!
    E, caso precisem - livrosescritaeafins@gmail.com
 
    Beijinhos e até ao próximo post! B♥
 
 

As Palavras que Faltavam Dizer


                                                  Lisboa,
                                                                                                 1 de agosto, 2014
 
     "Queridos Pais;
     Escrevemos-vos, neste alegre e solarento dia de verão, porque queremos que saibam que vos amamos - hoje, e para o resto da vida -, incondicionalmente. Que vos idolatramos. Que vos adoramos. Que vocês são as pessoas mais importantes das nossas vidas. Que, sem vocês, não nos conseguiríamos imaginar - o que seria de nós, sem os nossos pais, sem os nossos melhores amigos?
     E queremos que saibam, também, que nós sabemos, que vocês são as únicas pessoas que, no mundo, nunca nos abandonarão. As únicas pessoas que estarão sempre connosco, mesmo não estando presentes.
     E, por todos esses motivos (e mais alguns), somo-vos eternamente gratos.
     Por todos os sacrifícios que fazem por nós, somos gratos. Por nos tentarem dar sempre a melhor vida possível, somos gratos. Pelos vossos sábios (e preciosos) conselhos, somos gratos. Por nos aturarem, a nós, e a todas as nossas 'patetices', somos gratos. Por nos apoiarem sempre que precisamos, somos gratos.
     E, acima de tudo, somos gratos por vocês serem os nossos pais.
     Não, não são perfeitos - ninguém o é. Digamos, antes, que são uns pais maravilhosos.
     Às vezes, discutimos (ou falamos num tom mais alto, como vocês gostam de chamar) - muitas vezes, por razões completamente inúteis.
     Mas perdoem-nos. Ser um adolescente (ou pré-) também não é fácil. Também temos problemas, ao contrário do que possam pensar. E também podemos ficar zangados (ou chateados) de vez em quando - assim como vocês. Ou seja, temos desculpa!
     Sabem, existem certas coisas que não se explicam - sentem-se. E esta é uma delas - o ENORME, GIGANTE amor que sentimos... por vocês.
 
Despedimo-nos com um enorme beijinho, e muitos, muitos abraços - o máximo que podemos fazer para vos retribuir todo este amor!
 
Assinado,
Todos os Filhos do Mundo
 
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    E então, gostaram desta carta? Sentem o mesmo pelos vossos pais? Contem-me tudinho, através dos comentários! :)
     E, caso precisem de alguma coisa, já sabem - livrosescritaeafins@gmail.com!
   Vemo-nos no próximo post! B♥
 
    
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