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Mar


    Gosto do mar: de o ouvir, de o observar, de, simplesmente, o sentir. Consegue ser tão violento, mas tão sereno ao mesmo tempo... O seu aroma agradável não passa despercebido a ninguém: suave e característico, típico do belo oceano que nos ronda a todo o momento.
    E os peixes?! Os, ora grandes, ora pequenos, peixes. Para eles, o mar deve ser uma espécie de parque de diversões aquático. Chego-me ao pé deles para os ver melhor, mas sem sucesso. Dão um salto (ai, que susto! :o) e, de relance, nadam rumo ao seu destino. O que é que eu hei de fazer? É completamente inútil.
    Passamos à minha parte favorita: conchas e pedras. Pedras e conchas. Tanta cor, tantas formas, tanta variedade. OK, às vezes magoam, eu sei. Mas... não consigo explicar. Gosto delas. Fazem-me sentir bem.
    E, assim, o mar volta até nós, em forma de uma pequena onda. Acena e volta para o seu pai, para o seu grande e verdadeiro pai: o gigantesco oceano.
 
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Mais um textinho da rubrica #Pensamentos! Gostaram? O mar também vos agrada? O que mais gostam nele? Contem-me tudo! :)
E, caso precisem, não se esqueçam: livrosescritaeafins@gmail.com!
 
 
 
Beijinhos, B

Finais Felizes... Será?!


    Filmes... mas que grande piada.
    Não; acho tanta graça. Uma data de ignorantes a lutar pelo seu (já esperado) "final feliz". Uma hora e meia de filme... para quê?! Para, no fim, descobrirmos o (já habitual) "feliz para sempre" dos protagonistas?! Mas (para minha grande tristeza)... os totós humanos que habitam este mundo, continuam a vê-los. Agarrados ao peluche que têm desde infância, só para tentar não chorar. Deitados no sofá, com a manta que a mamã lhes tinha comprado e, de seguida, posto no enxoval; a tapá-los. A devorar uma das maiores bombas calóricas que conheço - pipocas.
     Mas será que ninguém consegue ver, que está a ser profundamente enganado? Que está a "deitar" o seu próprio dinheiro fora? Que os filmes não têm absolutamente NADA de real?
     Pois... acho que não.
    E, mesmo assim, no meio disto tudo, a principal culpa nem é nossa vossa. Realizadores. Atores. E todos aqueles que fazem os filmes; que se acham super importantes. A principal culpa... é deles.
    E assim, no fim disto tudo, vos peço: não caiam no "esqueminha" deles. Não sejam (sim, vou ter mesmo que usar esta palavra) parvos. Porque, mentalizem-se: os "finais felizes", que vocês tanto gostam; NÃO existem. PAREM de acreditar em "contos de fadas". E acordem para a vida real. Afinal, já não são nenhumas "criancinhas", para achar que tudo o que vos dizem é real. Porque não é. E nunca; nunca vai ser.

Hazel Grace

Texto inspirado na personagem Hazel Grace Lancaster, do livro/filme "A Culpa é das Estrelas". 

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Este é apenas mais um texto da minha autoria, inspirado num dos filmes mais marcantes e realistas destes tempos.
Sem dúvida uma obra fenomenal, que ninguém deveria deixar de assistir...
E então, gostaram do texto? O filme também vos agradou? Contem-me!
E caso precisem de ajuda para alguma coisa, não hesitem em contactar - livrosescritaeafins@gmail.com!


B

'Tinha de Salvar o Meu Povo'

 
    Era 3 de abril de 1941; segunda guerra mundial.
    Guerra Mundial... ainda hoje me pergunto o seu significado. Passados 73 anos.
    Tantas mortes. Tanto sangue. Choro. Aflição.
    Tinha 15 anos. Tentava, a todo o custo, proteger a minha família dos ataques violentos dos militares. Bombas. Espingardas. Injustiça. 
    O inferno tinha chegado à terra.
    Maldito Hitler... Foi ele que começou tudo isto. A sua sede de poder destrui vidas; países inteiros.
    Nunca me esquecerei daquele dia. Daquele triste dia. Do dia em que liguei a rádio na estação mais popular da altura: Rádio Difusão Portuguesa. Havia começado uma guerra na Polónia, liderada pelo exército Alemão - e por Hitler.
    Não passado muito tempo, a Guerra começou a alastrar-se por outros países. França. Inglaterra. Itália. Ucrânia. Noruega. África.
     E chegou a nós - chegou a mim. À minha própria família.
     Assim, aos 15 anos, via a minha vida completamente destruída. O mundo a desmoronar-se a meus pés.
    E fiquei com a maior responsabilidade que alguma vez alguém pode ter: proteger a sua família da morte. Proteger-se a si próprio da morte.
    E, dessa maneira, entrei para a guerra. Aos 15 invernos...
    Deixei Rudy, um grande amigo meu, a cuidar da minha família. E parti, deixando a promessa que voltaria vivo para os abraçar.
 
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    Os treinos eram duros. Nunca pensei sofrer tanto - e estava apenas nos treinos; nos ensaios.
    Quando chegou o dia de combater a sério, de enfrentar os meus inimigos, receei. Poderia morrer, ali, no campo de batalha. E tinha uma vida fantástica pela frente.
    Até que pensei na minha família; no meu povo; no meu país. Era por eles que estava ali.
    E avancei.
    Durante meses; durante vários anos; a minha vida era apenas feita de medo. Medo de morrer. Medo de tanto sangue. Medo de tantas mortes.
    Cresci na Guerra.
 
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    Finalmente, a guerra tinha acabado. Que Deus me perdoe, mas... benditas Bombas Atómicas.
    Bombas Atómicas... Ora aqui está outra coisa que nunca compreenderei. O cúmulo da contradição. Tantas mais mortes causaram. Mas tantas outras vidas salvaram...
    E, passados 4 anos, voltava a minha casa. Para a minha família. E para a minha vida.
    Mas algo (ainda mais) trágico me esperava...
    Cheguei a casa, pronto a abraçar as mulheres mais importantes da minha vida: a minha mãe, e a minha irmãzinha mais nova.
    - Uhum... Peter... - chamou-me Rudy.
    - Oh, Rudy... Finalmente! Acabou! Tudo acabou!!! - e dei-lhe um forte aperto. - Mas, se não te importas, agora vou ver a minha família.
    - Peter... Não, não vais. Elas... morreram. Foi o Hitler. Com as suas tropas. Elas não resistiram, nem aos ataques, nem à pressão... Desculpa! A culpa foi toda minha!
    Fiquei pasmo. Porquê? Porquê eu; porquê a minha própria família?
    Desde então, tenho sede de vingança. Mas como? Nada trará a minha família de volta...
 
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    E deste, gostaram? Mais um texto meu :)
    Este é sobre a 2ª grande Guerra Mundial, que, infelizmente, tantas vidas levou.
    Deixem a vossa opinião sobre esta história nos comentários, adoro ler o que vocês escrevem para mim
    Beijinhos, B♥

'O papá vai viajar. Mas vai trazer muitos brinquedos para ti'


    E, suavemente, passou a mão pelos seus cabelos; encaracolados, sedosos. Olhou para ela: a sua pequenina. Tão bonita. Tão (ir)responsável. Tão inocente. Ali estava, no aeroporto da cidade, com o pai prestes a embarcar. 
    E ele abraçou-a, com mais força que nunca. As lágrimas, suaves gotas de tristeza, começavam a escorrer pela sua face enrugada e infeliz.
    E a menina logo perguntou:
    - O que se passa, papá? Porque estás a chorar? Eu não gosto de te ver chorar... 
    O homem secou as lágrimas, fez um enorme esforço para parar, e respondeu:
    - Minha linda... O papá vai viajar. Vai para um sítio muito bonito, lá no outro lado do mundo - disse, apontando para a janela mais alta do edifício - E vai trazer muitos brinquedos para ti.
    - Mas... Eu não quero, papá! Eu... Eu quero-te ao pé de mim... mamã, não deixes o papá ir! - suplicou a pequena.
    Mas a mãe nada disse; nada fez. Apenas olhou para o chão - havia de ter sido pisado por muitas outras pessoas, na mesma situação que o seu marido.
    E ele pegou na menina ao colo. Apertou-a contra si, como nunca havia apertado. Deu-lhe um beijo na bochechinha rechonchuda e rosada. E sussurrou ao seu ouvido:
    - O papá vai estar sempre contigo, filhota. Mesmo estando tão longe. E não te preocupes: um dia, eu irei voltar; com sacos cheios de presentes para ti e para a tua mãe. Vou-te dar muitos beijinhos, e talvez volte a viver contigo... Minha pequenina... - e chorou, mais uma vez: já não se conseguia conter.
    Pousou a menina no chão; deu-lhe mais um forte beijo, e partiu rumo ao avião que o levaria para o outro lado do mundo... E para longe da sua filha.

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     Tinham-se passado quatro anos. Quatro duros e tristes anos. Quatros anos em que o pai não pensava noutra coisa: 'como estará a minha menina?'. 'Será que ainda se lembra de mim?'.
     E, finalmente, chegara o dia. O dia em que voltaria a ver a sua pequena. Em que a voltaria a abraçar. Em que a voltaria a beijar. Em que a voltaria a olhar.
    Chegara ao aeroporto. Procurou pela sua família, no meio de toda aquela gente. E, finalmente, avistou-as. A sua mulher; a sua filha - ali estavam, à sua espera, a poucos passos de si.
    Correu pelo meio das pessoas. Gritou de felicidade. Agradeceu a Deus por voltar a ver as suas princesas.
    E apertou a sua pequenina. Tinha crescido: faria, daí a pouco tempo, os seus oito anos. Mas não se esquecera do pai. O seu querido e amado pai.
    Podiam ficar ali para sempre: no paraíso do abraço entre pai e filha. Choraram. E ele deu-lhe brinquedos. Os prometidos brinquedos. Mais brinquedos do que ela já alguma vez tinha visto - cumprira a promessa. Mas a mais importante de todas - tinha voltado. E isso supera todos os brinquedos, todos os jogos, todas as coisas que alguma vez alguém possa ter.
 
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    E aqui está, mais um pequenino texto da minha autoria :)
    Desta vez, dedicado a todos os emigrantes que se viram obrigados a abandonar o seu país por questões financeiras :(
    Se gostaram deste texto, deixem-me a vossa opinião nos comentários, significa muito para mim
    E não deixem de ver o vídeo que se encontra divulgado na página lateral do Blog; sem dúvida uma grande lição de vida que não passa despercebida a ninguém.
    Caso queiram falar comigo, contactem-me através do meu mail - livrosescritaeafins@gmail.com
    Obrigada por gostarem e lerem o meu Blog! B♥
 


'Eu sou quem eu quero ser'

   
 
    Sim, sou diferente.
    Não tenho os mesmos gostos que tu. Não sou tão rica como tu. Não tenho tanta coisa como tu. Não tenho tantos amigos como tu. E não, não sou igual a ti.
    E depois? Qual é o problema?
    Sou feliz. Tenho uma família que me ama, de verdade. E tenho uma longa vida pela frente.
    Confesso que tenho poucos amigos. Mas, ao menos, são aqueles amigos a que se chama de 'verdadeiros'.
    Apoiam-me. Ajudam-me. Fazem-me sorrir. E não me deixam ir abaixo. Muito menos me abandonam.
    Então, deixa-me viver. Deixa-me ser feliz. Eu não pedi a opinião de ninguém. Eu sou quem eu quero ser, eu vivo a minha vida como eu quero - não como tu queres, ou desejas.
    Não escondo. Cometo, e cometi, erros. E aprendi com eles.
    Eu sou uma simples rapariga, em busca da felicidade; em busca da alegria que é viver.
    Não me critiques. Não me tentes deitar abaixo. E, acima de tudo, não percas o teu tempo. Porque não vai resultar. Nada do que tu dizes, ou fazes, vai, ou irá, resultar.
    Porque EU sou feliz. E é isso que importa. É isso que realmente importa.
 
 
Muuuuuitos beijinhos para ti (mas apenas um para quem gosta de mim),
Amanda ♥

 
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    Gostaram deste pequeno texto? É da minha autoria :)
    Foi escrito em homenagem a todas as raparigas (e rapazes, também) que sofrem com as opiniões dos outros. Pois bem, não se deixem ir abaixo. Não vale a pena... :/
    Deem a vossa opinião nos comentários, bem como sugestões, gosto muito de saber o que vocês pensam :)
 
    Até ao próximo poste! B♥ 
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    P.S.: Este texto que acabaram de ler, é um texto de ficção, não tem nada de real (ou talvez tenha...); nem como o nome 'Amanda'. :)

As Palavras que Faltavam Dizer


                                                  Lisboa,
                                                                                                 1 de agosto, 2014
 
     "Queridos Pais;
     Escrevemos-vos, neste alegre e solarento dia de verão, porque queremos que saibam que vos amamos - hoje, e para o resto da vida -, incondicionalmente. Que vos idolatramos. Que vos adoramos. Que vocês são as pessoas mais importantes das nossas vidas. Que, sem vocês, não nos conseguiríamos imaginar - o que seria de nós, sem os nossos pais, sem os nossos melhores amigos?
     E queremos que saibam, também, que nós sabemos, que vocês são as únicas pessoas que, no mundo, nunca nos abandonarão. As únicas pessoas que estarão sempre connosco, mesmo não estando presentes.
     E, por todos esses motivos (e mais alguns), somo-vos eternamente gratos.
     Por todos os sacrifícios que fazem por nós, somos gratos. Por nos tentarem dar sempre a melhor vida possível, somos gratos. Pelos vossos sábios (e preciosos) conselhos, somos gratos. Por nos aturarem, a nós, e a todas as nossas 'patetices', somos gratos. Por nos apoiarem sempre que precisamos, somos gratos.
     E, acima de tudo, somos gratos por vocês serem os nossos pais.
     Não, não são perfeitos - ninguém o é. Digamos, antes, que são uns pais maravilhosos.
     Às vezes, discutimos (ou falamos num tom mais alto, como vocês gostam de chamar) - muitas vezes, por razões completamente inúteis.
     Mas perdoem-nos. Ser um adolescente (ou pré-) também não é fácil. Também temos problemas, ao contrário do que possam pensar. E também podemos ficar zangados (ou chateados) de vez em quando - assim como vocês. Ou seja, temos desculpa!
     Sabem, existem certas coisas que não se explicam - sentem-se. E esta é uma delas - o ENORME, GIGANTE amor que sentimos... por vocês.
 
Despedimo-nos com um enorme beijinho, e muitos, muitos abraços - o máximo que podemos fazer para vos retribuir todo este amor!
 
Assinado,
Todos os Filhos do Mundo
 
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    E então, gostaram desta carta? Sentem o mesmo pelos vossos pais? Contem-me tudinho, através dos comentários! :)
     E, caso precisem de alguma coisa, já sabem - livrosescritaeafins@gmail.com!
   Vemo-nos no próximo post! B♥
 
    
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