Liebster Award's

Desculpem pela má qualidade, mas não consegui arranjar melhor...
Olá a todos! :)
Oh meu Deus... Nem sei como começar o poste de hoje...
Atualmente, está a decorrer na blogosfera uma espécie de "concurso", chamado de Liebster Award, em que os bloggers respondem a um conjunto de 11 perguntas  (dadas por outros bloggers) no seu blog.
E, para minha grande felicidade... a blogger do Hey, daqui fala uma estranha nomeou-me, assim como a Ana Roma, de A vida de uma Chica! Desde já o meu obrigada para elas, ainda não caí em mim que, ao fim de 2 meses de blog, já tenho o privilégio de participar neste "concurso".
É muito bom sentir que as pessoas gostam do nosso trabalho! :) 
Bem, vamos lá começar...

Nonô, a Princesa Cor-de-Rosa

Leonor com a mãe, Vanessa
"Ensinou-nos a Aceitar e a Sorrir.
Há alguns minutos atrás, a Nonô regressou aos braços de Jesus.
Pode finalmente descansar e olhar por nós.
Deixa-nos um legado enorme.
De sorrisos, de perseverança.
Agradecemos todas as palavras de carinho e o apoio incondicional ao longo destes meses.
Fazemos apenas um pedido, que seja respeitada a privacidade da Família, neste momento.
Oportunamente serão prestados mais esclarecimentos.
Ass. Os aprendizes da Nonô"

Nonô nos tratamentos
Nonô, a "Princesa Cor-de-Rosa", deixou-nos nesta quarta-feira, dia 3 de setembro, e partiu para os braços de Jesus. Para a vida eterna.
Tinha 5 anos, e lutava contra um cancro no rim há cerca de 1. A sua garra, determinação e força de vontade não passavam despercebidos a ninguém, tanto que a mãe, Vanessa Coutinho, chegou a escrever um livro, com o título  Aceita e Sorri (em baixo).


Nem sei bem o que dizer... Tão pequenina. Foi cedo demais.
Porquê? Porquê a Nonô?
Sempre levou a vida na brincadeira, mesmo com a terrível doença que se instalou no corpo da menina. Apesar de tudo, era feliz.

A pequena antes da doença ser descoberta; e já em 2014, 1 ano depois.

Mais uma estrelinha no céu ♥ E Nonô, onde quer que estejas, para onde quer que vás, nunca te esqueças que todos te irão recordar com carinho, e com uma eterna saudade.

Rosa, a cor favorita de Leonor. Para prestar homenagem, famosos e anónimos mudam as suas fotos de perfil no Facebook para esta imagem.


Muita força à família e amigos.
E até já, Nonô... É apenas um até já.

"Namora uma Rapariga que Lê" - Rosemary Urquico

«Namora uma rapariga que lê. Namora uma rapariga que gasta o dinheiro em livros, em vez de roupas. Ela tem problemas de arrumação porque tem demasiados livros. Namora uma rapariga que tenha uma lista de livros que quer ler, que tenha um cartão da biblioteca desde os doze anos.
Encontra uma rapariga que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro por ler na mala. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um grito imperceptível ao encontrar o livro que queria. Vês aquela miúda com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros em segunda mão? É a leitora. Nunca resistem a cheirar as páginas, especialmente quando ficam amarelas.
Ela é a rapariga que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a chávena, vês que a espuma do leite ainda paira à superfície, porque ela já está absorta. Perdida num mundo feito pelo autor.
Senta-te. Ela pode ver-te de relance, porque a maior parte das raparigas que lêem não gostam de ser interrompidas. Pergunta-lhe se está a gostar do livro.
Oferece-lhe outra chávena de café com leite.
Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entende que, se ela disser ter percebido o Ulisses de James Joyce, é só para soar inteligente. Pergunta-lhe se gosta da Alice ou se gostaria de ser a Alice.
É fácil namorar com uma rapariga que lê. Oferece-lhe livros no dia de anos, no Natal e em datas de aniversários. Oferece-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Oferece-lhe Neruda, Pound, Sexton, Cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Percebe que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade – mas, caramba, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco com o seu livro favorito. Se ela conseguir, a culpa não será tua.



Mar


    Gosto do mar: de o ouvir, de o observar, de, simplesmente, o sentir. Consegue ser tão violento, mas tão sereno ao mesmo tempo... O seu aroma agradável não passa despercebido a ninguém: suave e característico, típico do belo oceano que nos ronda a todo o momento.
    E os peixes?! Os, ora grandes, ora pequenos, peixes. Para eles, o mar deve ser uma espécie de parque de diversões aquático. Chego-me ao pé deles para os ver melhor, mas sem sucesso. Dão um salto (ai, que susto! :o) e, de relance, nadam rumo ao seu destino. O que é que eu hei de fazer? É completamente inútil.
    Passamos à minha parte favorita: conchas e pedras. Pedras e conchas. Tanta cor, tantas formas, tanta variedade. OK, às vezes magoam, eu sei. Mas... não consigo explicar. Gosto delas. Fazem-me sentir bem.
    E, assim, o mar volta até nós, em forma de uma pequena onda. Acena e volta para o seu pai, para o seu grande e verdadeiro pai: o gigantesco oceano.
 
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Mais um textinho da rubrica #Pensamentos! Gostaram? O mar também vos agrada? O que mais gostam nele? Contem-me tudo! :)
E, caso precisem, não se esqueçam: livrosescritaeafins@gmail.com!
 
 
 
Beijinhos, B
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